quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Como Ser Belo Em Uma Cultura Feia?

Falando sobre beleza Agustinho de Hipona disse:  
“És Tu, Senhor, quem os criastes. E porque És Belo, eles são belos; porque és bom, eles são bons; porque existes, eles existem. Mas tuas obras não são belas, não são boas, não existem de modo perfeito como Tu, seu Criador. Comparados contigo, os seres nem são bons, nem belos, nem existem”. 
Sabemos que este é um assunto pouquíssimo discutido nos ambientes cristãos, basicamente por duas razões, por nos faltarem oportunidades específicas de ponderarmos sobre o belo, e principalmente por não considerá-lo de importância última para a sobrevivência humana. Tendo em vista a nossa tendência de normalmente debatermos sobre as questões que julgamos ser mais urgentes na vida ou que sejam de interesse imediato.
Contudo, não podemos negar que somos seres dominados por desejos e apetites estéticos, os quais nós fazem observadores da criação e apreciadores da beleza. Está intrínseco na humanidade está atração pela beleza, sendo assim, não podemos anular a importância e a necessidade de ajustarmos o nosso foco sobre este tema, utilizando como lentes para correção e ampliação da nossa visão, as Escrituras Sagradas.
É obvio que sabemos da complexidade e da amplitude deste tema, mas também sabemos da capacidade que Cristo tem para dar respostas satisfatórias ao coração dos homens, ajudando-os a enxergarem o belo a partir da perspectiva Divina e não conforme a visão da cultura pop ou da cultura elitista filosófica.
Na cultura popular há uma confusão entre os conceitos e cada vez mais troca-se o real pelo artificial o belo pelo bonito, o verdadeiro pelo falso. E até mesmo no pensamento filosófico ocidental nos percebemos as dificuldades em compreender o belo; o filosofo Friedrich Nietzche disse que a beleza era um sintoma da decadência e da fraqueza da humanidade moderna. Apenas o decadente considera a beleza importante, porque no final das contas tudo que importa é o poder, afirmou ele. No entanto, não isso que a Bíblia diz.
Mas o que realmente é a beleza? Podemos definir o belo como aquilo que cumpre o propósito primário de sua existência, glorificar o seu criador, refletindo a gloria do Senhor, sendo exatamente aquilo que Deus declarou que deve ser. Não há beleza naquilo que não glorifica a Deus e que não cumpre o propósito para o qual foi criado, ainda que “aparentemente” seja bonito.
A compreensão cristã da beleza esta ligada ao conceito de que beleza é simultaneamente o bem, o verdadeiro, o real. Em outras palavras, se algo é bom, e este algo também tem que ser verdadeiro, ao mesmo tempo real, somente assim será belo. Nesse sentido, entendemos que toda beleza da criação é uma beleza refletida do Seu Criador, o qual é bom, é verdadeiro, é real e é belo, portanto, só podemos perceber a beleza finita da criação, quando contemplamos a beleza infinita daquele que é o Seu Criador, através de uma relação de intimidade e devoção a Ele.
Infelizmente o pecado que habita em nós, faz muitas vezes chamar o pecaminoso, o irreal, o feio, o falso de belo. Logo, precisamos entender que existe um contexto de verdade e de moral para as questões relacionado à beleza. Não podemos mais falar sobre beleza como uma mera questão de gosto, pois o belo é objetivo e não subjetivo.
Dessa forma, a queda do homem nos serve de advertência e ilustração, para nos ensinar que aquilo que muitas vezes é belo para os olhos, pode muito bem ser feiúra para a vida. E nesse sentido, nossas tentações não são diferentes da tentação sofrida por Eva, quando ela substituiu o que era verdadeiramente belo, pelo que era meramente um deleite para os sentidos e para os olhos. Em semelhança a Eva nós também somos atraídos para os frutos proibidos de uma cultura corrompida e caída. Simplesmente, porque eles nos enchem os olhos por serem aparentemente bonitos, ainda que não sejam belos. Gn 3.6-7.
Quero concluir dizendo que a beleza dos seres humanos tem haver com a sua realidade ontológica, o fato deles serem criados à imagem de Deus. Ou seja, ao contemplarmos a nós mesmos no espelhou ou até mesmo quando olhamos para o nosso semelhante, a beleza mais marcante não deveria ser aquela superficial, produzida por cosméticos ou moldada pelo padrão que a sociedade diz ser o “ideal” e não pelo padrão do que é real, do que é verdadeiro e moral.
Sendo assim, ainda que não tenhamos o padrão de beleza idealizado pela cultura, podemos nos achar belos, por que somos feitos à imagem de um Deus que é belo. Mesmo que o tempo e o sofrimento da vida tenham deixado rugas, marcas e cicatrizes em nós, mesmo assim continuaremos belos, por que refletimos a beleza do Deus que nos criou.
A sociedade e a cultura podem até não nos considerar bonitos, mas ainda assim, podemos nos sentir belos, porque refletimos a beleza do criador através da imagem dEle refletida em nós. Porque o belo, é o bom, é o real é o verdadeiro, a verdadeira beleza não pode ser fabricada. E só pode ser encontrada quando conhecemos aquele que é verdadeiramente belo, Jesus Cristo o Senhor. A imagem visível do Deus invisível. Encerrando cito Jonathan Edwards que reforçam os meus argumentos.
“Do que foi dito, é evidente que a virtude consiste em amar a Deus; o Ser dos seres, sendo infinitamente o maior e melhor...Pois como Deus é infinitamente o Ser maior, então lhe é concedido ser infinitamente o mais belo e excelente; e todas beleza a ser encontrada em toda criação é apenas o reflexo dos raios difusos desse Ser que tem uma infinita plenitude de brilho e gloria. A beleza de Deus é infinitamente mais preciosa do que aquela de todos os outros seres”.

O Que Deus Diz Sobre a nossa Alimentação e os Seus "Tanstornos" (Obesidade, Anorexia, Bulimia).

Gn 3, Sl 79, Nm 11.18, Mt 4.
Durante toda a história do homem e principalmente nos dias atuais a alimentação nossa de cada dia tem sido motivo não só de alegria e prazer, mas também de confusão, rebelião e escravidão.
A comida em excesso ou a falta dela são assuntos de preocupação mundial e as discussões a este respeito são direcionadas tanto para se ponderar sobre a obesidade e as doenças da má alimentação quanto para se refletir sobre a magreza excessiva provocada, sobretudo pela bulimia ou anorexia, e as implicações desse comportamento na saúde física. A conclusão mais básica desses debates é que são múltiplos os males das distorções alimentares, por isso que cada vez mais se busca a fórmula perfeita da alimentação ideal.
No entanto, é importante se pensar que, infelizmente, os distúrbios alimentares proporcionam vantagens financeiras na casa dos bilhões de dólares para alguns. Isso tanto no que se refere ao avanço dos comércios estimuladores da má alimentação “fest-food” e outros, como também no ascendente avanço da indústria do emagrecimento, que conquistam seus clientes oferecendo a fórmula ideal para o corpo perfeito, isso através das plásticas, das academias, dos remédios de emagrecimento e outros milagres.
Mais qual a raiz do problema da desordem alimentar? O que está acontecendo com os hábitos alimentares da população? Porque tantas pessoas, entre elas pessoas cristãs lutam e são vencidas pela desordem alimentar? O que Deus pensa sobre os hábitos alimentares dos homens? São estas e outras perguntas que buscarei responder neste artigo
Perceba que ao criar o homem e colocá-lo no jardim do Éden Deus demonstrou uma profunda preocupação com a sua alimentação, a ele foi dado de comer de todas as frutas que estavam no jardim, menos do fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal Gn 1.29. E após o dilúvio foi lhe permitido também se alimentar dos animais Gn 9.3. Mas parece-nos que desde o principio o homem fez da benção da alimentação um problema para a sua vida.
Porem, não era para ser assim, pois ao criar os alimentos para os homens Deus declarou que tudo era bom, e o propósito de Deus era satisfazer e alegrar o homem dando-lhe prazer e sustento através da alimentação. Deus quis que o ato de comer fosse agradável e prazeroso para os seus filhos e que esse momento os levasse a descansar na Sua provisão. O comer nunca deveria ser um ato de independia ou de rebeldia contra Deus. Por essa razão Deus estabeleceu regras para à alimentação do homem desde o principio.
Todavia não muito tempo depois de ser criado o homem já desejou viver independente do seu criador e perverteu o que era bom, inclusive no que se refere a sua alimentação. O homem desde o inicio deveria confiar na provisão de Deus sendo grato pelo sustento e tendo contentamento na suficiência providencial Deus. Mas em vários momentos as Escrituras descrevem no homem um comportamento de descontentamento e falta de confiança na provisão do Senhor.
No jardim do Éden o homem é dominado pela cobiça da beleza e do sabor do fruto proibido, e sem usar nenhuma palavra, ele nega a capacidade que Deus tem para sustentá-lo e satisfazê-lo com todos os outros frutos do jardim do Éden, o que não era pouco. Eis aqui um comportamento de desconfiança e insatisfação com a suficiente provisão divina, ha no homem um desejo de independência das regras estabelecidas por Deus.
E assim também foi durante a libertação do povo no deserto, o comportamento em relação a comida não foi muito diferente do Éden. O povo de Israel queria mais do que a provisão divina para eles. Rebeldemente olharam para o que faltava na sua mesa e não para da provisão diria através do maná, cobiçaram e desejaram as carnes e as cebolas do Egito e não foram gratos pelo pão “de cada dia” literalmente vindo dos céus como demonstração de cuidado e amor paternal. O povo se lembrou daquilo que não tinha no deserto, se esquecendo de que no Egito eles tinham mais do que carnes e cebolas, no Egito eles tinham escravidão e trabalho forçado, tinham chibatadas e fadigas, tinham os seus filhos mortos e distanciamento de uma vida de adoração plena.
Os Israelitas se lembravam do que deveria ser esquecido e se esqueciam exatamente daquilo que deveriam lembrar que é certamente do cuidado e o amor de Deus por eles, demonstrado e provado não só nos resgate da escravidão e como na provisão do Maná no deserto.
Este comportamento do deserto referente à alimentação do povo, serve como espelho das intenções dos seus corações, pois assim como Adão foi provado por Deus no jardim do Éden, o povo no deserto estava sendo provado, para que ficasse evidente a quem ou o que eles amavam mais. A alimentação nesse contexto foi usada por Deus para que ficassem evidentes os apetites e a disposição do coração do seu povo.
No Novo Testamento a provação de Cristo foi semelhante a esta, logo após ser batizado Ele foi conduzido pelo Espírito de Deus ao deserto para ser tentado pelo diabo; e o primeiro ato de satanás foi tentá-lo em relação a alimentação,exatamente para que fosse conhecido os apetites do seu coração e ficasse evidente a confiança e o desejo e a disposição de obediência que Ele tinha ao Pai. Há um paralelo aqui entre Cristo e Adão, entre Cristo e provação do povo no deserto, se por um lado os dois primeiros não obedeceram a Deus por outro Cristo, o segundo Adão, foi provado para vencer de uma vez por todas as obras de satanás e conduzir triunfalmente o seu povo a vitória.
Podemos dizer então que os nossos hábitos alimentares servem também para refletir como no espelho os desejos dominantes do nosso coração, a maneira como nos relacionamos com os alimentos podem demonstrar rebeldia ou falta de confiança em Deus, pode demonstrar busca pelo prazer e realização plena que somente Deus é capaz de proporcionar; e quando isso acontece o comer se tornar um ato pecaminoso.
Infelizmente, algumas pessoas fazem dos atos alimentarem um momento de fuga dos seus problemas e ao invés de enfrentá-los buscando ajuda em Deus para resolvê-los, elas preferem esconder a falta de confiança em Cristo na busca pelo conforto e consolo proveniente da alimentação. É por isso, que algumas pessoas comem mais quando estão ansiosas, quando estão nervosas, quando sente solidão, quando estão zangadas, ou até mesmo por se sentirem ociosas, sentimentos que deveriam ser saciados em Deus ao descasar o coração no cuidado providencial e amoroso do Redentor.
A Bíblia nos desafia a confiar em Deus nesses momentos de ansiedades, lançando sobre Ele as nossas aflições, porque verdadeiramente Ele é aquele que cuida de nós. Fl. 4.6-9. E da mesma forma temos de lançar sobre Ele todo o nosso temor, toda a nossa irá para que seja evidente a justiça daquele que é o Sol da justiça. Em outras palavras a alimentação NÃO pode ser um refúgio, mas Deus sim é o nosso refugio e fortaleza, socorro presente e toda fonte de prazer que precisamos.
É bem verdade que a piedade não pode ser medida pela quantidade de quilos que uma pessoa tem; ninguém é mais piedoso por pesar menos ou deixa de ser piedoso por pesar mais, nesse sentido podemos dizer que não existe o peso da piedade. No entanto, sabemos que a falta de cuidado com o corpo que é o templo do Espírito deve ser visto como falta de zelo e temor do Senhor. É verdade que nem toda obesidade é provocada por disfunção alimentar e que nem todas as disfunções alimentar se revela apenas com a obesidade, contudo, muito dos problemas físicos que temos é fruto da falta de cuidados alimentares.
          Quero concluir exortando a você para que cuide de sua alimentação, buscando motivos piedosos para isso e não por causa do padrão externo de corpo ideal, pois Deus não ordena que sejamos magros, mas que sejamos santos e obedientes a Ele. Por isso o nosso alvo com a alimentação primariamente é nos conforma-se à imagem de Cristo. É buscar a glória e o prazer de Deus e não o nosso próprio prazer. É cuidar do corpo que é habitação do Espírito Santo; não nos deixando dominar pelo pecado da gula, entendendo que todas as particularidades de nossa vida pertencem a dEle. Não faça da alimentação o seu refúgio. Refugie em Cristo.

Algumas Razões Porque sou contra o movimento Gay

Entre plumas e paetês, o que temos visto é um desfile de velhos pecados com nova roupagem. Como dizia o sábio Salomão "não a nada novo em baixo do sol". E é verdade. Pois já nos primeiros momentos após a queda, o homem tentou cobrir seu pecado com folhas verdes de figueira, uma tentativa inútil de se livrar das conseqüências que o pecado sempre trás. 
       E o que vemos hoje é o mesmo homem tentando encobrir o seu pecado com roupas coloridas e maquiagens alegres no rosto. Colorido esse que jamais conseguira esconder o vazio da alma e a depravação da vida. O movimento gay, para conseguir a simpatia do povo procura ser alegre, divertido, comediante, simpático, inclusivista, tentando envolver toda família, na aceitação e no mascaramento de uma realidade comportamental pecaminosa. 
       Creio que precisamos ser voz profética nessa nação e lembrar a todos, que da mesma forma que o pecado trouxe julgamento de Deus, castigo e morte eterna sobre o primeiro homem, Adão, e conseqüentemente sobre toda a humanidade que estava nele representada, o mundo também tem sofrido e ainda sofrera as conseqüências danosas e malignas da deteriorização promovida pelo pecado sexual dos últimos anos. O qual tem promovido a banalização dos valores familiares e dos valores morais da sociedade. O mundo sofrerá as conseqüências da manifestação de juízo de Deus que virá sobre todos aqueles que vivem na libertinagem sexual, que a promove ou que de alguma forma apóia tal comportamento. 
         Na semana passada houve em São Paulo a maior passeata Gay do mundo, um record que não nos trás orgulho. Mas que aquece a economia, promove artistas do terceiro escalão e elege candidatos com baixa moralidade e ética duvidosa. 
       Portanto, por acreditar que o mundo é heterossexual e não gay como diz alguns desse movimento, por acreditar num Deus que criou o homem dentro de uma genética, de uma moralidade e de uma ética heterossexual, citarei algumas razões porque sou contra o movimento gay. Digo de inicio que não incito o preconceito e nem a homofobia. Contudo, não posso concordar e aceitar as práticas e o estilo de vida homossexual. Por isso citarei algumas de minhas razões.
                1. Deus é o padrão a ser seguido e obedecido por todos os homens. É em Deus que encontraremos significado para a nossa existência. Fora de Deus tudo é vazio e loucura. Portanto, é em Deus que está o significado e a verdade sobre a sexualidade do homem. A Bíblia, que é a Palavra de Deus, e que trás a vontade de Deus revelada para homem guiar-se, diz que a heterossexualidade é o ideal Deus para a humanidade. Quando Deus cria homem e mulher no Éden, Ele esta estabelecendo ali um padrão. Por isso, sou contra o movimento gay, exatamente, porque ele tenta deformar o padrão estabelecido por Deus. Ser gay, é ser uma deformação do ideal de Deus. 
               2. Sou contra o movimento gay, porque creio que o comportamento, homossexual é resultado da queda pecaminosa que envolveu toda humanidade a partir do pecado de Adão. Diante disso entendemos que todas as pessoas têm predisposições para praticarem todo tipo de torpeza e pecado, e se não os praticam, é porque graciosamente o Espírito de Deus tem refreado no homem a sua total potencialidade para o pecado. Portanto, “não importa quais raízes biológicas ou familiares possam ser descobertas, não cremos que estas sancionem ou escusem o comportamento homossexual, embora elas possam aprofundar nossa compaixão e paciência para com aqueles que estão lutando para se livrar das tentações sexuais”. Sou contra o movimento gay, porque ele prove a prática e a aceitação do pecado. 
                3. Sou contra o movimento gay, por ele ser um movimento preconceituoso, que arbitrariamente tenta nos fazer romper com os nossos valores e com as leis já estabelecidas, para aceitar uma pratica que vai contra as escrituras sagradas, contra o modelo familiar socialmente estabelecido e aceito, contra os bons costumes da sociedade, contra a lei natural que foi impressa por Deus no coração do homem. Para o movimento gay, todos que não concordam com o estilo de vida e com a prática homossexual ,são preconceituosos. Por outro lado, eles se oporem ás opiniões contrarias à suas práticas não é preconceito. É o que então? Eu quero ter o direito de defender a pureza, de defender a família e os bons costumes, quero ter o direito de defender a ordem natural daquilo que Deus criou. 
               4. Sou contra o movimento gay, por ser este um movimento promiscuo. Todo gay é promiscuo. Isso é fato. Ainda que alguns jurem fidelidade em suas relações, isso não é verdade. Poderia citar aqui uma infinidade de praticas e locais de promiscuidade gay, que comprovará o que estou falando. Apenas não farei por entender que não será necessário.   
                 5. Sou contra o movimento gay, porque ele distorce as Escrituras, os líderes desse movimento argumentam e distorcem os textos sagrados numa tentava de fazê-los apoiar as suas praticas. Argumentam eles que Deus é amor, por isso, o mais importante é haver amor nas relações sejam elas quais forem. Eles violentam os textos Bíblicos que falam sobre amizade para provar relações homossexuais que jamais existiram, por exemplo. Jonatas e Davi, Rute e Noemi, Jesus e o discípulo João e outros. Os gays têm criado supostas “igrejas evangelicas” que na verdade não passam de casa de satanás, pois promovem enganos e desviam as pessoas da verdade.  
                  6. Sou contra o movimento gay, por ele induzir muitos jovens a assumirem uma prática de vida homossexual , dizendo que eles não devem lutar contra a sua própria natureza, ou seja, as pessoas são estimuladas a assumirem um comportamento pecaminoso como se essa fosse a sua única opção de vida. E todos nos sabemos, que geneticamente nunca foi provado diferença entre uma pessoa heterossexual e uma pessoa homossexual. Socialmente, também não existe um fator determinante e que justifique a pratica homossexual. Portanto sou contra o movimento gay porque ele tira do coração de muitas pessoas, a esperança de uma verdadeira mudança em Cristo. 
          Quero concluir este texto afirmando que:
                         a) “Que há esperança para a pessoa com uma orientação homossexual, e que Jesus Cristo oferece cura, na qual o poder do pecado é quebrado e a pessoa é livre para conhecer e experimentar sua verdadeira identidade em Cristo, e na comunhão de Sua Igreja”. Em Cristo existe libertação para aqueles que vivem na pratica homossexual. “A libertação é adquirida através de um processo que inclui o reconhecimento do comportamento homossexual como pecado, renunciando a prática do comportamento homossexual, redescobrindo amizades saudáveis e não-eróticas com pessoas do mesmo sexo, abraçando um estilo de vida sexual moralmente santo, e fugindo das tentações heterossexuais. Cremos que esta liberdade vem através da fé em Jesus Cristo, pelo poder do Seu Espírito”.
                              b) Que não dever haver preconceito ou descriminação para com as pessoas envolvidas na pratica homossexual. Pois, todas as pessoas foram criadas à imagem de Deus e por isso devem ser tratadas com dignidade humana. Logo, o assédio odioso, atemorizante e indiferente deve ser repudiado. E isso não é compactuar e nem endossar um comportamento que a Bíblia desaprova, e que põem em perigo as pessoas e desonra a Deus.  
                               c) “Que as igrejas Cristãs devem estender a mão em amor e verdade para ministrar às pessoas envolvidas na homossexualidade, e que aqueles que contendem biblicamente contra sua própria tentação sexual, devem ser pacientemente assistidos em sua batalha, não banidos ou desprezados. Afirmamos que tanto as pessoas heterossexuais como homossexuais devem encontrar ajuda na igreja, para ajudá-los na batalha bíblica contra todos os pensamentos e comportamentos sexuais impróprios”.
                          

                        quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

                        John Piper no Brasil 2011

                        John Piper
                        John Piper, pastor da Bethlehem Baptist Church, em Minneapolis/Minnesota, EUA e um dos mais importantes autores cristãos da atualidade, estará pregando de 5 a 7 de outubro de 2011 na Conferência Fiel, que tradicionalmente ocorre em Águas de Lindóia, no interior paulista. Piper também estará pregando em São Paulo na Universidade Presbiteriana Mackenzie nos dias 7 e 8 de outubro de 2011. E no Rio de Janeiro ele pregará na manhã de 9 de outubro de 2011. Nessas duas ocasiões, pastores e líderes brasileiros oferecerão workshops tratando de temas vinculados aos escritos de Piper, assim como haverá o funcionamento de uma livraria, com a venda de livros das principais editoras evangélicas com bons descontos.

                        Para os próximos meses, mais detalhes serão oferecidos, seja da conferência Fiel que ocorrerá em 2011, como dos encontros na Universidade Mackenzie e no Rio de Janeiro. Mas, desde já, pedimos aos amados leitores que se lembrem não só do ministério da Fiel, mas destes preciosos amigos e irmãos do Rio, para que esta aliança firmada nesta semana frutifique debaixo da poderosa graça de Deus.

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